Na Noite vazia e, do divergente desejo
○ vago ser, feito espectro da renúncia
Traído pela Vontade, mártir do pejo
Ideal, busca a nunca desatada elegia
Que se verte como espuma, fugaz motejo.
Na atormentada existência; é a sinfonia
Patética cantada por Calíope teu arpejo
Na união da realidade e da fantasia!
Ah! Eu que próximo cheguei da Perfeição
E avistei a estátua, entre canteiros, da vertigem
Minuciosa, a irmã ao lado da Redenção!
E tentando tocar-te, Arcanjo que se erguia,
Sou petrificado pelo real em origem;
Entre a união da realidade e a fantasia

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